Em tempos remotos, há milhares de anos, a humanidade conviveu com os mamutes. Durante a última era do gelo, era comum que nossos ancestrais abatessem o mamute-lanoso, representado na imagem, e aproveitassem sua carne como alimento e também sua ossada como matéria-prima para ferramentas ou obras de arte. A perseguição humana e as mudanças climáticas acabaram levando a espécie à extinção há cerca de 3300 anos. Agora, pela primeira vez em todo esse tempo, os genes do mamute-lanoso voltaram à vida em um laboratório da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, inseridos no genoma de um elefante moderno.